Quando citar uma pessoa, indique primeiro qual o seu cargo, função ou profissão, para então mencionar o seu nome. Exemplos: O reitor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, padre Marcelo Fernandes de Aquino. O professor de Teologia, Leonardo Boff.

Na primeira vez que é mencionada, a pessoa deve ser identificadas pelo nome completo. Numa segunda, terceira, menção, use o nome pelo qual a pessoa é mais conhecida. Exemplo: O treinador da Seleção brasileira de futebol, Mano Menezes, disse que vai escalar um time jovem para enfrentar a Argentina amanhã. Mano só convocou atletas com menos de 23 anos de idade.

Para atletas, artistas e outras personalidades, delinqüentes, na primeira menção o apelido deve se colocado entre parênteses. Exemplo: José Bonifácio (Boni) de Oliveira Sobrinho. Nas referências seguintes, use somente o apelido: Boni. A regra, contudo, seria ridícula para Edson Arantes do Nascimento (Pelé), uma vez que o maior jogador de futebol de todos os tempos é conhecido mundialmente por Pelé.

A grafia dos nomes próprios estrangeiros segue o uso, algumas vezes aportuguesando-os, em outras mantendo a grafia original. Exemplos: Martinho Lutero (Martim Luther), mas John Kennedy, Martin Luther King.